Portal Saúde:::

(51) 3217-4300 | 9183-5253 | 3346-6762 Rua Francisco Ferrer, 441/306. POA. RS. Brasil http://portalsaude.net

Arquivo de ansiedade

Entendendo a lombalgia

//
//

Autor: Alex Sandro Tavares da Silva

Lombalgia é o tipo de dor nas costas mais frequente. Conforme dados da “Organização Mundial de Saúde” (OMS) cerca de 80% dos adultos sofrerão, no mínimo, uma crise aguda de dor nas costas e 90% dessas sentirão mais de um vez. Leia o resto deste post »

Eletroacupuntura: Perguntas e Respostas

//
//

Autor: Alex Sandro Tavares da Silva

1) O que é a Eletroacupuntura?

É o uso de estímulos elétricos nos pontos de Acupuntura. A estimulação é produzida por um aparelho comercial especialmente criado para alcançar o objetivo clínico e/ou o estético em Acupuntura, somado a inserção de agulhas em pontos muito precisos localizados sobre a pele, que chamamos de “acupuntos”.

2) Como funciona e qual é a grande finalidade dessa terapia?

A fundamentação científica da Eletroacupuntura aponta que a corrente elétrica, quando corretamente utilizada nos “acupuntos”, provoca efeitos fisiológicos (eletroquímicos, eletrotérmicos, eletrofísicos), como, por exemplo, a liberação de opióides endógenos (ex.: beta-endorfinas, dinorfinas, encefalinas), gerando a promoção da saúde e o tratamento de transtorno psicológicos, comportamentais e físicos.

3) Para que tipo de problemas a Eletroacupuntura é indicada e em quanto tempo os resultados começam a aparecer?

A Eletrocupuntura é indicada para uma gama muito grande de alterações, como, por exemplo, tratamento de lombalgia, ciatalgia, cervicalgia, depressão, ansiedade, seqüelas de acidente vascular cerebral (AVC), rugas, estrias, celulite, cicatrizes, gordura localizada, etc. Os primeiros resultados tendem a aparecer desde a primeira sessão. No mínimo, são utilizadas 10 sessões, uma vez por semana, para produzir um resultado importante e duradouro.

4) Que tipo de pessoa deve procurar a Eletrocupuntura?

Todo e qualquer paciente que não use marca-passo e não esteja em surto esquizofrênico paranóide. Pessoas que sofreram um “acidente vascular cerebral” (AVC) tendem a ter um excelente resultado se procurarem a Eletroacupuntura logo após o AVC.

A “Eletroacupuntura clínica” apresente excelentes resultados no tratamento de dor, depressão, ansiedade, estresse, etc. A “Eletroacupuntura estética” atua nas estrias, celulite, rugas, gordura localizada, cicatrizes, acne, etc.

5) O que mais uma pessoa que irá utilizar a Eletrocupuntura deve saber?

Os serviços de Eletroacupuntura e Acupuntura ainda não estão regulamentados, de forma definitiva, no Brasil, apesar da sua prática e eficácia ser reconhecida pelo Governo Brasileiro, Conselhos Federais da área da saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS). Desse modo, é fundamental que o paciente busque informações sobre o currículo profissional do acupunturista, antes de marcar a consulta com o mesmo. Veja qual é a sua formação, qual é a escola que estudou, qual o tempo de prática profissional, artigos publicados, palestras desenvolvidas, etc.

Lembre que o material utilizado deve ser descartável e de uso único (ex.: agulhas, lençóis, algodão, etc.). Por último, informo que logo após a primeira sessão deve ocorrer algum grau de melhora; os resultados tendem a ser mais evidentes até a 5º sessão, e até a 10º intervenção o paciente deve sentir-se muito melhor; caso contrário, o tratamento com Eletroacupuntura deve ser reavaliado.

Leia o resto deste post »

Acupuntura sem segredos: tratamento natural, milenar e científico

Autor: Alex Sandro Tavares da Silva

RESUMO:

O presente artigo apresenta um sistema de perguntas e repostas sobre a Acupuntura, apontando dados sobre a visão tradicional e científica, efeitos colaterais, contra-indicações, dados sobre dor, transmissão de doenças, doenças tratáveis e, por fim, divulga uma “vinheta clínica” de um caso de uso da Acupuntura para tratamento de um “episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos” (CID – F32.2) em comorbidade com “ansiedade generalizada” (CID F41.1); o tratamento foi avaliado com teste psicológicos validados pelo “Conselho Federal de Psicologia” (CFP). Ao final, concluímos que a Acupuntura é uma terapêutica eficaz, rápida e segura no tratamento de ansiedade, depressão, estresse psíquico, desejo de morte, desconfiança no próprio desempenho, distúrbios do sono, distúrbios psicossomáticos e, desse modo, mostra-se uma “estratégia clínica” muito potente na promoção da “Saúde Geral”.

Acupuntura sem segredos: tratamento natural, milenar & científico

A Acupuntura é uma terapêutica milenar que faz a prevenção, tratamento e cura de patologias através da inserção de finíssimas agulhas de ouro, prata ou aço inoxidável em determinadas regiões do corpo chamadas de “pontos de acupuntura”. Os seus excelentes resultados são reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (WHO, 2002) e por pesquisas científicas (Allen et al, 1998).

A Acupuntura estimula as fibras sensitivas do Sistema Nervoso Periférico (SNP) fazendo com que ocorra uma transmissão elétrica via neurônios para produzir alterações no Sistema Nervoso Central (SNC), o qual libera substâncias (ex.: cortisol, endorfinas, dopamina, noradrenalina, serotonina) que promovem bem-estar, prevenção e tratamento de doenças, sejam elas psicológicas, biológicas e/ou comportamentais.

Há evidências de que a Acupuntura pode substituir o uso de remédios (sendo mais efetiva, rápida, duradoura, sem dependência, sem efeitos colaterais importantes, com menor custo financeiro ao paciente e ao sistema de saúde pública).

O uso da tomografia computadorizada (TC), da tomografia por emissão de pósitrons (PET), da imagem de ressonância magnética (MRI) e da imagem de ressonância magnética funcional (fMRI) apontam que a Acupuntura é eficaz (Cho et al, 2005).

QUESTÕES SOBRE ACUPUNTURA:

1) Efeitos colaterais?

Logo após a Acupuntura, alguns pacientes relatam sonolência e uma sensação de relaxamento muito grande e isso, que para a grande maioria é uma qualidade, para outros pode ser ruim, principalmente para os que precisam executar atividade que exija grande atenção (ex.: pilotar avião).

2) Contra-indicações?

A) pessoa com fobia de agulha (nesse caso pode ser utilizado outro estímulo, como por exemplo, laser); B) febre muito alta; C) esgotamento físico; D) estado de embriaguez; E) distúrbios psicológicos graves (ex.: surto psicótico); F) jejum ou grave desnutrição; G) problemas de sangramento (ex.: hemofilia, uso de anticoagulantes); H) situações de emergência (ex.: fratura do crânio); I) indicação de intervenção cirúrgica (ex.: ataque cardíaco).

3) Sempre há dor?

Não. Os pacientes relatam várias sensações, como, por exemplo, “calor”, “peso”, “distensão”, “choque”, “leve dor”, “formigamento”. O importante é que todas essas sensações passam em menos de 05 segundos após a inserção da agulha.

4) As agulhas transmitem doenças?

Não. Todas as agulhas são: 1) descartáveis; 2) esterilizadas; 3) de uso único. Além disso, antes de inserir as agulhas, o acupunturista faz a higienização: 1) de suas mãos e 2) do local de inserção das agulhas.

5) Doenças tratáveis?

A “Organização Mundial de Saúde” (WHO, 2002) publicou um documento que divulgou os resultados científicos da Acupuntura em comparação com o tratamento convencional (remédio) para 147 doenças. Cito alguns desses achados:

  • Acne – Desapareceu em 59% dos casos após 10 dias de tratamento.
  • Álcool – Diminui a necessidade de ingerir álcool.
  • Ansiedade – Eficácia superior à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
  • Arteriosclerose – Aumento da memória, da inteligência e da capacidade de cuidar de si mesmo em 68% dos casos.
  • Asma – Efeito antiasmático em 93% dos casos e maior ventilação pulmonar em 68%.
  • Ataque súbito de surdez – Eficácia em 90% dos casos após 2 semanas.
  • AVC (seqüela) – Dificuldade de articular palavras. Eficácia em 90% dos casos.
  • Cirurgia cerebral – Cura dos sintomas pós-operatórios em 86% dos casos.
  • Cocaína – Diminuição dos sintomas da abstinência em 44% dos casos.
  • Cólica estomacal e intestinal – Alívio da dor em 98% dos casos.
  • Cólon irritado – Melhora significativa em 93% dos casos.
  • Convalescença – Efeito analgésico superior e mais rápido que a medicação convencional no pós-operatório.
  • Depressão – Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
  • Desintoxicação de álcool – Redução do álcool no sangue.
  • Desintoxicação de tabaco – Redução da concentração de nicotina.
  • Dor de cabeça – Alívio imediato em 80% dos casos.
  • Dor lombar – Eficácia em 72% dos casos (superior à medicação convencional).
  • Dor menstrual – Melhora em 91% dos casos.
  • Dor nos olhos – Eliminação da dor em 90% dos casos.
  • Ejaculação precoce – Eficácia em 83% dos casos.
  • Enxaqueca – Eficácia em 80% dos casos.
  • Esquizofrenia – Eficácia superior à da medicação convencional (78% dos casos).
  • Excesso de gordura no sangue – Diminuição em 90% dos casos.
  • Heroína – Diminuição dos sintomas da abstinência (anorexia, suor espontâneo e insônia) e redução da freqüência do uso.
  • Hiperacidez no estômago – Eficácia em 95% dos casos.
  • Hipertensão – Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
  • Hipotensão – A pressão foi normalizada em 95% dos casos.
  • Lactação deficiente – Aumento da lactação em 92% dos casos.
  • Impotência sexual (não orgânica) – Eficácia em 60% dos casos.
  • Infecção urinária recorrente – Desobstrução do trato urinário em 85% dos casos.
  • Infertilidade – Eficácia em 75% dos casos.
  • Inflamação na próstata – Alívio dos sintomas e melhora das funções sexuais superior à medicação convencional.
  • Insônia – O sono foi totalmente normalizado em 98% dos casos.
  • Obesidade – Supressão do apetite em 95% dos casos.
  • Policisto no ovário – Cura obtida em 94% dos casos.
  • Reações à radioterapia e/ou quimioterapia – Náuseas, vômitos e falta de apetite foram eliminadas em 93% dos casos.
  • Rinite alérgica – Eficácia em 97% dos casos (superior e mais duradoura que a medicação convencional).
  • Retardo mental – Aumento de 21% no QI (inteligência) e de 18% na adaptação social.
  • Síndrome do estresse competitivo – Eficácia em 93% dos casos.
  • Tabaco – Diminuição da vontade de fumar em 13% dos casos. Redução no hábito de fumar em 20% dos casos. Redução no prazer de fumar em 70% dos casos.
  • Tontura – Eficácia em 75% dos casos.
  • TPM – Alívio completo dos sintomas, sem recorrência por 6 meses, em 92% dos casos.
  • Úlcera – Eficácia em 97% dos casos.

VINHETA CLÍNICA:

  • Paciente: Isabel Silva (nome fictício), 47 anos, separada, mora com 02 filhos.
  • Diagnóstico Ocidental: Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos (CID – F32.2) e ansiedade generalizada (CID F41.1).
  • Diagnóstico Oriental: “Deficiência do Qi do Fei” e “Deficiência do Xue do Gan”.
  • Modelo de Acupuntura: MTC (c/Deqi).
  • Intervenção: Semanal, total de 10 sessões.
  • Tipo de agulha: sistêmica, descartáveis, tamanho 0,25 X 25mm.
  • Sedação: retenção de 20 min., manipulação vigorosa.
  • Tonificação: retenção de 10 min. manipulação suave.
  • Pontos: Tonificação de P9, P7, VC6, E36, Bp6, B13, VG12, VG4. Sedação de Yin-Tang, VC17, VB34, F3.
  • Manifestações clínicas: depressão, ansiedade, anemia, dor temporal, dispnéia, voz fraca, asma, constipação, pulso Vazio, língua pálida, suor e frio nas mãos e pés, gripes, cansaço, cabelos fracos, visão turva, “formigamento vaginal”, insônia, debilidade muscular, unhas quebradiças, memória fraca, cervicalgia, dor nas mãos.

Antes de fazer 10 sessões de Acupuntura a paciente apresentava as seguintes alterações:

A) “Questionário de Saúde Geral” (QSG) – alterações patológicas em todos os fatores: 1. Stresse Psíquico; 2. Desejo de Morte; 3. Desconfiança no próprio desempenho; 4. Distúrbios do sono; 5. Distúrbios psicossomáticos e Saúde Geral;

B) “Inventário Beck de Ansiedade” (BAI) – mostrava ansiedade grave (BAI=39);

C) “Inventário Beck de Depressão” (BDI) – indicava depressão grave (BDI=34);

D) “Teste de Aferição do Desconforto” (TAD) – apontou um “desconforto geral” em nível “insuportável” (TAD=32).

Após 02 meses de tratamento com Acupuntura, na segunda avaliação, a paciente não apresentou mais nenhuma alteração patológica, comprovada pelo teste “QSG”. O “BAI” indicou uma ansiedade normal (BAI=06) e o “BDI” indicou “sem depressão” (BDI=00). O “Teste de Aferição do Desconforto” (TAD) apontou uma melhora geral no desconforto de 87,5% (TAD=04) e cura (100%) da dor temporal, dor nas mãos, cervicalgia, constipação, “formigamento vaginal” e insônia. Após o tratamento, Isabel se sentiu tão bem que, depois de mais de 30 anos sem estudar, resolveu começar o seu primeiro curso superior.

A Acupuntura utilizada em Isabel foi uma estratégia eficaz, rápida e segura no seu tratamento de ansiedade, depressão, estresse psíquico, desejo de morte, desconfiança no próprio desempenho, distúrbios do sono, distúrbios psicossomáticos e se mostra como uma estratégia clínica muito potente na promoção da “Saúde Geral”, conforme testes validados pelo conselho Federal de Psicologia (CFP) do Brasil. Já o questionário que criei, “Teste de Aferição do Desconforto” (TAD), apontou uma melhora geral no seu desconforto e cura de vários transtornos.

Estou em pleno desenvolvimento de novas pesquisas científicas e monografias, com um número considerável de pacientes, para testar a abrangência dos resultados, medidos por vários tipos de testes.

A Acupuntura é uma excelente terapêutica integral que atua diretamente em níveis complexos do funcionamento do ser vivo (psicológico, comportamental, biológico). A nossa “ciência ocidental” vem corroborando o que a “tradição oriental” já sabia: A Acupuntura, quando bem administrada, é: 1) terapêutica; 2) preventiva; 3) segura; 4) rápida; 5) eficaz; 6) com efeito duradouro e 7) de baixo custo financeiro.

BIBLIOGRAFIA

  • ALLEN, JJB; SCHNYER RN; HITT, SK. (1998). The efficacy of acupuncture in the treatment of major depression in women. Psichol Sci 9:397-401.
  • CHO, Z.H.; Na, CS; WANG, EK; LEE, SH; HONG, IK. (2005). Imagem de ressonância magnética funcional do cérebro na investigação da Acupuntura. STUX, Gabriel.; HAMMERCHLAG, Richard. Acupuntura Clínica: Bases científicas. São Paulo: Manole. 93-106p.
  • WORLD HEALTH ORGANIZATION [WHO] (2002). Acupuncture: Review and analysis of reports on controlled clinical trials, WHO Geneva, (35 Swiss Francs).

Insônia: o grande mal noturno tem solução?

 

Autor: Alex Sandro Tavares da Silva

A insônia é um transtorno muito comum na nossa sociedade do excesso de estímulos, da falta de dinheiro, dos muitos gastos, das várias doenças, da cobrança por grandes e rápidos desempenhos (desumanos?).

Conforme pesquisa realizada no Brasil (com 22.518 pessoas) pela “Sociedade Brasileira de Neurofisiologia”, os gaúchos são os que mais têm problema com o dormir (alimentação noturna “pesada”, muito trabalho intelectual, pouco exercício físico, falta de períodos de relaxamento… poderiam ser os geradores do desconforto?).

Essa pesquisa indica que 45% dos brasileiros dormem mal, 32% demoram muito tempo para iniciar o sono e 52% das pessoas acordam cansadas.

Alguns sujeitos tentam compensar essa dificuldade dormindo muitas horas durante o dia, isso, na grande maioria das vezes, não resolve o problema e acaba prejudicando a execução dos estudos, trabalhos, contatos com outras pessoas.

O sono adequado seria aquele em que deitamos, adormecemos logo depois e acordamos apenas depois de 6-8 horas sentindo o efeito de um “sono reparador”, que nos deixa prontos para começar o dia com “as baterias recarregadas”… Este “sono adequado” mostra-se como um grande desafio (alguns sujeitos passam décadas sem conseguir essa média de horas e a qualidade de sono) e pensam que isso será assim para o resto de suas vidas. Vale lembrar que a insônia é classificada como crônica quando persiste por mais de três semanas.

Uma noite de sono mal dormida pode gerar problemas importantes, como, por exemplo, mau humor, irritação, estresse, problemas cognitivos, falta de atenção, acidentes, separações.

Foi apenas nos últimos anos que os profissionais da saúde passaram a dar mais atenção à insônia, que agora é tida como mais um dos itens que servem para avaliar a saúde dos pacientes, juntamente com alimentação, exercícios físicos, contatos sociais, lazer, etc.

Muitos terapeutas não consideram a insônia uma patologia em si, mas um sintoma de outras doenças como, por exemplo, depressão, apnéia, hipertensão, bruxismo, diabetes, ansiedade, síndrome de pernas inquietas, efeito colateral de medicamento, etc. Tratando-se essas alterações, em tese, acabaríamos com o “grande mal noturno”.

A insônia pode ser classificada em quatro tipos:

  1. Insônia primária sem patologia geradora (sonambulismo, pesadelos).
  2. Insônia gerada por doença psicológica (depressão, ansiedade, estresse situacional).
  3. Insônia gerada por doença física (dor, falta de ar).
  4. Insônia gerada por uso de drogas (anti-hipertensivos, hormônios, cocaína).

Aqui vão algumas dicas para tentar melhorar a qualidade do seu sono (sem tratamento):

  1. Mantenha os mesmos horários de início e término do sono.
  2. Durma sempre em local escuro e silencioso.
  3. Evite estímulos antes de dormir (álcool, drogas, exercícios, comidas calóricas, discussões, TV, rádio, internet).
  4. Não deixe o relógio na frente da cama.
  5. Deite na cama apenas quando sentir sono (antes disso faça atividades que vão deixando você gradualmente relaxado).
  6. Depois de estar deitado na sua cama, evite atividades (ex.: alimentação, leitura, trabalho, uso de computador, brigas), pois isso poderá gerar a “associação psicológica” de que a cama é lugar de tudo… menos de sono e repouso.

Um conselho que dou para os pacientes que ficam deitados sem dormir, rolando na cama, pensando nos problemas que devem resolver na manhã seguinte é: deixar no lado da cama um bloco de papel e uma caneta para registrar todos os problemas a resolver no dia seguinte (fazendo uma lista simples, apenas com o nome de cada problema). Esse ato gera no nosso “funcionamento psicológico” a segurança de que as coisas importantes não serão esquecidas e na manhã seguinte poderemos nos dedicar a encontrar os meios mais adequados de “resolução de problema”.

Se mesmo fazendo tudo isso você não conseguir dormir então é hora de buscar ajuda profissional.

Os tratamentos são os seguintes:

  1. Acupuntura – eficáz em 98% dos casos, conforme Organização Mundial da Saúde (OMS). Gera regularização dos níveis de neurotransmissores, levando ao bem estar físico, comportamental e psicológico.
  2. Psicoterapia Cognitiva – atua nas patologias, nos pensamentos, nos comportamentos e nas reações fisiológicas que geram a insônia. É mais eficaz que os remédios, conforme pesquisas da Universidade de Harvard (EUA).
  3. Remédios indutores do sono (podem causar dependência – uso apenas com indicação profissional muito criteriosa).
  4. Exercícios físicos – realizados durante o dia (musculação, corrida, natação, ginástica).
  5. Biofeedback – aparelhos utilizados por psicólogos clínicos que indicam como o corpo está tenso e auxiliam no relaxamento progressivo.
  6. Massagem – diminui a tensão muscular.
  7. Ioga – acalma com uso de movimentos, meditação e técnicas de respiração.
  8. Fitoterapia – plantas medicinais prescritas por profissional habilitado.

Lembre que a insônia é uma grande geradora de desconforto e pode ser um sintoma de alguma doença. Procure um profissional da saúde para realizar a correta avaliação do seu caso.

Como vimos, há uma série muito grande de medidas que você pode tomar na sua vida cotidiana para melhorar o seu sono, chegando ao ponto de acabar com a sua insônia. Se sozinho você não conseguir resolver o problema, lembre que existem várias terapêuticas com bons resultados científicos que podem auxiliar nesse processo.

De modo geral, pacientes que voltam a dormir percebem, em poucos dias, como a sua vida “muda de cor”, dizem: “agora parece que a realidade é outra… muito melhor”!!!

Desejo que você tenha uma boa noite de sono!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 410 other followers